“Retenhamos firmes a confissão da nossa esperança; porque fiel é o que prometeu.” Hebreus 10.23
Na direção da sociedade há um momento perigoso que pode ser chamado vácuo político, quando há ausência de liderança. Se nesse momento não se levantar uma voz de esperança, revelando que as coisas podem melhorar e de um jeito bom, pode levantar-se uma voz de medo, que oferece como solução, não a união e a paz, mas algo ou alguém para se temer. Quem teme, ou obedece cegamente ou opõe-se para destruir, no medo há trevas morais e intelectuais. Na esperança há fé numa saída justa para todos, nela não se faz inimigos, mas amigos, nela não se subtrai, adiciona-se, não enfraquece-se uma parte para fortalecer outra, mas integra-se diferenças e constrói-se um todo melhor. O que queremos, esperança ou medo?
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