03/02/26

Na honestidade humilde há paz (2/5)

      “Quando eu guardei silêncio, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio. Confessei-te o meu pecado, e a minha maldade não encobri. Dizia eu: Confessarei ao Senhor as minhas transgressões; e tu perdoaste a maldade do meu pecado.” Salmos 32.3-5

      Não adianta nos consumirmos em remorso, sofrimento é importante para que assumamos a seriedade de nossos erros, mas ele em si mesmo não nos limpa do pecado, nem nos fortalece para não pecarmos mais. Ainda que seja difícil, ainda que seja no silêncio de uma alma envergonhada e machucada, ainda que seja só com um sentimento não verbalizado, reconheçamos nosso pecado como nosso, de mais ninguém, e creiamos no perdão de Deus, assim como nos perdoemos também. Depois sigamos, mudados, melhorados, mais humildes, mas em paz, nunca acusados, a trajetória é longa e ruma para a luz do Altíssimo. Deus sempre nos perdoa, nos dá a paz que necessitamos para nos erguermos fortes e continuarmos trabalhando. 

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