10/02/26

Humilde, paciente, amoroso

      “Antes, como ministros de Deus, tornando-nos recomendáveis em tudo; na muita paciência, nas aflições, nas necessidades, nas angústias, nos açoites, nas prisões, nos tumultos, nos trabalhos, nas vigílias, nos jejuns, na pureza, na ciência, na longanimidade, na benignidade, no Espírito Santo, no amor não fingido, na palavra da verdade, no poder de Deus, pelas armas da justiça, à direita e à esquerda, por honra e por desonra, por infâmia e por boa fama; 
      como enganadores, e sendo verdadeiros; como desconhecidos, mas sendo bem conhecidos; como morrendo, e eis que vivemos; como castigados, e não mortos; como contristados, mas sempre alegres; como pobres, mas enriquecendo a muitos; como nada tendo, e possuindo tudo.” 
II Coríntios 6.4-10

      Gosto dos textos onde Paulo encadeia uma série de virtudes, pondo uma como consequêncoa da outra. Humildade e paciência, em especial, são virtudes interligadas, uma permite a outra, não há uma sem a outra, se de fato não são virtudes falsificadas. Muitos parecem pacientes, mas são só displicentes exercendo arrogância, outros parecem humildes, mas são tímidos, sem coragem de amar, nos dois casos há orgulho. Sem humildade não há paciência, sem paciência não se ama, sem amor não há justiça de Deus, só vingança rancorosa de homens. Quem não for paciente não amará e ficará só, mas só tem paciência com os outros quem é paciente consigo, assim será humilde para respeitar todos, tendo sempre boa companhia de alguém. 
      PS.: a segunda parte do texto bíblico inicial ensina que o mundo pode nos ver diferentemente da maneira que somos verdadeiramente. Não importemo-nos com o ponto de vista de rancorosos, invejosos e vaidosos, importa é como Deus e quem de fato nos ama nos veem. 

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