09/04/26

Direito ao amor pela morte

      “Como está escrito: Por amor de ti somos entregues à morte todo o dia; Somos reputados como ovelhas para o matadouro. Mas em todas estas coisas somos mais do que vencedores, por aquele que nos amou. 
      Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor.” 
Romanos 8.36-39

      Com “por amor de ti somos entregues à morte todo o dia” talvez o autor da carta aos romanos se referisse só ao sacrifício que um missionário como ele fazia para pregar o evangelho. Mas vou abranger e atualizar esse ensino, hoje temos que sacrificar todos os dias nossos egos, nossa carência de glória humana, a necessidade de exaltação de nossas ideias e posições sobre as pessoas, ainda que não sejamos pregadores profissionais em tempo integral, se é que pregador profissional é útil a Deus hoje. Mortificar nosso eu por amarmos mais a Deus que a nós mesmos, para experimentarmos um amor divino do qual nada pode nos separar, onde não há condenação, mas sempre paz. Quem vive para morrer, morre e vive eternamente.

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