“Ouvindo, pois, Faraó este caso, procurou matar a Moisés; mas Moisés fugiu de diante da face de Faraó, e habitou na terra de Midiã, e assentou-se junto a um poço. E o sacerdote de Midiã tinha sete filhas, as quais vieram tirar água, e encheram os bebedouros, para dar de beber ao rebanho de seu pai. Então vieram os pastores, e expulsaram-nas dali; Moisés, porém, levantou-se e defendeu-as, e deu de beber ao rebanho. E voltando elas a Reuel seu pai, ele disse: Por que hoje tornastes tão depressa? E elas disseram: Um homem egípcio nos livrou da mão dos pastores; e também nos tirou água em abundância, e deu de beber ao rebanho. E disse a suas filhas: E onde está ele? Por que deixastes o homem? Chamai-o para que coma pão. E Moisés consentiu em morar com aquele homem; e ele deu a Moisés sua filha Zípora, A qual deu à luz um filho, a quem ele chamou Gérson, porque disse: Peregrino fui em terra estranha.” Êxodo 2.15-22
Moisés, homem pronto, mas em parte, naquilo que o mundo físico dos homens pode preparar. Criado no palácio do faraó, com posição política privilegiada, mas também deve ter recebido educação intelectual de primeira qualidade para sua época. Além disso ele tinha caráter, viu a injustiça que os israelitas sofriam e quis fazer algo a respeito. Moisés teve compaixão e foi rápido, mas será que no tempo e no jeito de Deus? Ainda não, à toda formação de príncipe e à alma com sede de justiça, quarenta anos como pastor, na solidão, na clandestinidade, deram-lhe o que lhe faltava, maturidade com Deus. O tempo de Moisés como pastor é simbologia para nossa vida inteira no mundo como cristão, só preparo para algo melhor no céu.
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