“E, levantando ele os olhos para os seus discípulos, dizia: Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o reino de Deus. Bem-aventurados vós, que agora tendes fome, porque sereis fartos. Bem-aventurados vós, que agora chorais, porque haveis de rir.” Lucas 6.20-21
Nas últimas seis postagens fizemos reflexões na passagem chamada sermão do monte, sermão da montanha ou das bem-aventuranças, sobre o tema “Profeta genuíno” (Mateus 5 e Lucas 6). Há uma progressão lógica de orientações nesta passagem. Primeiro deveres são colocados, seriam as bem-aventuranças em si, há a melhor felicidade em ser humilde e pacificador, depois um direito é apresentado como efeito desses deveres cumpridos, quem pratica as virtudes é luz e como tal, profeta, contudo, ser profeta não concede privilégios, mas mais deveres, o de não julgar, não se impor, mas ser misericordioso. Há amor em todo o processo, na origem, no meio e no fim, para sermos felizes, profetas e seguirmos assim no tom certo.
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