“Quem dentre vós é sábio e entendido? Mostre pelo seu bom trato as suas obras em mansidão de sabedoria.” Tiago 3.13
Muitos têm formação técnica para desempenharem funções, estudam, se informam, atualizam-se. Além de conhecimento e experiência, têm traquejo verbal, são articulados, se expressam bem, é difícil ganhar deles em debates. Há muito disso em jornalistas e profissionais da mídia. Contudo, muitas dessas pessoas não têm humanidade, dizem que respeitam o ser humano porque isso é orientação da ciência, de ideologias progressistas, mas são frias, portam-se como algoritmos, não como espíritos em corpos materiais, com sentimentos, emoções. Humanidade há com amor, amor é, antes de tudo, espiritual, se aprende com um Deus espiritual, ciência não tem espírito, só dados empíricos. O que importa, ser técnico ou ser humano?
Na verdade importa ser os dois, temos mente e coração, corpo e espírito, a ciência é útil, mas também a fé. O amor verdadeiro unge tudo, azeita pessoas, ações, palavras, a ciência nada tem a perder com o espírito, técnicos só tornam-se melhores sendo humanos. Mas se quem é só técnico pode se tornar cínico, arrogante, quem abraça a humanidade e esquece-se da técnica pode tornar-se supersticioso, místico, e não pensemos que isso nos aproxima mais de Deus, nos distancia. O Deus verdadeiro abençoa o mundo com técnicos, ainda que muitos cientistas nem creiam em sua existência, mas eles podem ser humanos e amar. Quem ama conhece mais, não demoniza ciência nem Deus, é sensato, mas aberto a possibilidades desafiadas pela ciência e pela fé.
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